A
Fairtrade Labelling Organizations International (FLO), juntamente com
la Asociación para la Minería Responsable – ARM, da
Colômbia, e a Fairtrade Foundation, do Reino Unido, aprovaram, em Dezembro de 2009, uma
directiva para dar início à incorporação de
ouro artesanal e de metais preciosos no circuito do comércio
justo.
Uma grande parte dos actores de comércio justo (entre os quais a rede Espaço por um Comércio Justo)
defende que esta iniciativa terá impactos muito negativos a
médio e longo prazo e apresentam razões técnicas,
ambientais, sociais e políticas para sustentar esta
posição. Para conhecer alguns desses argumentos, consulte
o comunicado
da Coordinadora Nacional de Pequeños Productores de Comercio
Justo do Peru e a carta da Coordinadora Latinoamericana y del Caribe de Pequeños Productores de Comercio Justo, entidades consultadas no âmbito
deste processo, no entanto, as suas alegações foram completamente
ignoradas.