Campanha Playfair 2012 
Pela justiça laboral nos Jogos Olímpicos de Londres 2012

Foi lançada no passado dia 27 de Fevereiro a Campanha Playfair 2012. O principal objectivo é denunciar as condições laborais dos trabalhadores envolvidos no fabrico dos equipamentos desportivos, bem como de todo o merchandising, que serão utilizados durante os Jogos Olímpicos de Londres em 2012 e apelar para que estes materiais sejam produzidos segundo critérios socialmente éticos.
Milhões de pessoas estão implicadas nesta indústria milionária, no entanto auferem salários míseros e têm condições de trabalho deploráveis. Uma investigação conduzida pela Campanha Playfair 2008 revelou o caso de assalariados da marca Adidas a ganhar 30€ por mês e com um horário de 80 horas semanais.
A Playfair 2012 é coordenada pela Labour Behind the Label e pelo TUC - Trades Union Congress e tem com o apoio de 3 federações internacionais: International Textile Garment and Leather Workers Federation, International Trade Union Confederation e Clean Clothes Campaign


Petição online de apoio à Guiné-Bissau

Três organizações da sociedade civil, respectivamente Solidarité Socialiste, da Bélgica, Interpares, do
Canadá e o CIDAC, de Portugal, que há muitos anos cooperam com a Guiné-Bissau, acabam de lançar uma petição que pode ser lida e assinada em http://www.petitiononline.com/Bissau21/petition.html

Convidamo-vos a juntarem a vossa voz à de muitas outras pessoas e a
divulgarem esta iniciativa pelos meios ao vosso alcance.

Segunda edição da Feira da Terra, Guiné-Bissau

De 15 a 19 de Dezembro de 2009, realizou-se em Bissau, a 2ª edição da Feira da Terra, sob o lema “No Tera i no Fiansa – Tudo o que a Terra nos dá! O evento decorreu no espaço anexo à Câmara Municipal de Bissau e esteve aberto ao público em geral.

Tratou-se de uma iniciativa da ONG Guineense Tiniguena, inscrita no quadro do projecto Kil ki di nos ten balur!”*,
financiado pela União Europeia e pelo IPAD e executado pela Tiniguena em parceria com o CIDAC. Outras organizações colaboraram na organização da Feira, nomeadamente, a Federação Camponesa Kafo, a Cáritas da Guiné-Bissau, a Artissal e a UICN, contando também com o apoio financeiro da Interpares, da Oxfam Novib e da Swissaid.

"Consumir nacional, consumir natural. Prefira os Produtos da Terra, da Guiné-Bissau"

Foi o apelo lançado a todos os guineenses e também a todos os amantes da Guiné-Bissau.


Assista a um vídeo resultante da exposição de François Houtart durante a Conferência sobre Agro-combustíveis, abordando as seguintes temáticas: 1. Crises financeira e ambiental; 2. Efeitos ambientais; 3. Efeitos Sociais e económicos e 4. Alternativas.

*Projecto de valorização dos produtores e da economia local; conservação da biodiversidade e garantia da segurança e soberania alimentar.


Conectando Mundos 2009-2010: sonhos de andorinha

CM

Dedicamos a edição deste ano à temática “Migrações e Desenvolvimento”. A partir de uma perspectiva humana e integrada na concepção de cidadania global, abordamos as causas e as consequências que o processo migratório tem na vida das pessoas e no seu meio envolvente e desafiamos para a adopção de atitudes e compromissos, tanto a nível pessoal como colectivo.

Os públicos-alvo são as turmas do ensino básico e secundário cujos alunos têm idades compreendidas entre os 6 e 17 anos.

Conheça melhor esta proposta educativa aqui.

Escola de Outono do Espaço por um Comércio Justo
 

Entre os dias 8 e 11 de Outubro, a Rede Espaço por um Comércio Justo organizou a Escola de Outono 2009 que teve lugar em Almada.
A Escola de Outono teve como objectivos fortalecer o trabalho em Rede e aprofundar os debates actuais do movimento do Comércio Justo (CJ).
Os principais temas abordados foram os problemas de comercialização dos produtos de CJ na actual conjuntura económica, a necessidade de comunicar a visão de CJ da Rede (crítica com o modelo  de comercialização imperante) e a urgência em denunciar a apropriação do movimento por parte de multinacionais.
Assista ao vídeo de encerramento.

Para saber mais sobre o evento.


Relatório sobre o Desenvolvimento Humano 2009 “Ultrapassar Barreiras: Mobilidade Humana e Desenvolvimento”

Nos últimas duas décadas o termo “globalização” tem sido utilizado em quase todos os contextos, fazendo passar a ideia de que fazemos parte de uma “aldeia global”. Paradoxalmente, os países estão a tornar-se fortificações intransponíveis, em claro desrespeito por um direito humano básico e universal: a liberdade de escolher qualquer país para viver.
Este ano o Relatório do PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – debruça-se sobre o tema das migrações, expondo as causas e as consequências dos processos migratórios, denunciando mitos e estereótipos relacionados com esta temática, apontando desafios e caminhos a percorrer rumo a uma sociedade mais justa, tolerante e inclusiva. 

 

PETIÇÃO MUNDIAL: Protocolo Opcional ao Pacto Internacional
dos Direitos Económicos, Sociais e Culturais

A partir de 24 de Setembro de 2009, o Protocolo Opcional ao Pacto Internacional dos Direitos Económicos, Sociais e Culturais estará disponível para a assinatura dos Estados, sendo necessária a adesão de pelo menos 10 Estados para que entre em vigor. A Amnistia Internacional, em conjunto com outras ONG, está a promover uma petição mundial junto dos governos de todo o mundo para que assinem este Protocolo Opcional. Esta petição pode ser assinada em nome individual ou em nome da organização/ instituição que representa. O CIDAC já assinou - junte-se a nós!

capa livroEDUCAR PARA UMA CIDADANIA GLOBAL
 construir um mundo justo a partir da escola

Este livro publica as aprendizagens pessoais e colectivas, ideias e experiências realizadas no tecer de uma rede que liga educadores e educadoras que, em vários países, se organizam para se formar, para formarem e para contribuírem para a transformação da sociedade no sentido de uma maior equidade e justiça, a partir da escola.

"Educar para um mundo mais justo, equitativo e solidário é um enorme desafio!... Mas, efectivamente, é possível. A partir da escola, graças à convicção, empenho, profissionalismo de diferentes actores educativos que acreditam na importância do seu papel e na importância estratégica da educação formal."
Esta publicação está disponível no nosso Centro de Documentação - veja Publicações à Venda.


Actualizado a 10 de Março de 2010
                
  

Solidariedade com Aminetu Haidar

A activista saharaui que esteve em greve de fome durante 32 dias já regressou ao seu país, o Sahara Ocidental, de onde tinha sido expulsa pelas autoridades marroquinas.
▸ Leia a carta aberta escrita por Aminetu Haidar no dia 10 de Dezembro, Dia Mundial dos Direitos Humanos.
Conheça o apelo lançado por um grupo de pessoas da sociedade civil portuguesa.
▸ Conferência Internacional de Apoio ao Povo Saharaui - Granada, 6 e 7 de Março.

Membro de

Rede Ibérica de Comércio Justo

Acontece...

:Working Seminar "Legacies of Conflict, Decolonisation and the Cold War" - a decorrer entre os dias 28 e 29 de Março de 2010, organizado    por IDEAS/London School of Economics e IPRIS/Univer- sidade Nova de Lisboa. 
:: Congresso "Portugal e os PALOP: cooperação na área da Educação - organizado pelo Centro de Estudos Africanos, terá lugar a 29 e 30 de Março de 2010 nas instalações do ISCTE, Lisboa. 
:: Cesária Évora apresenta "Nha Sentimento"- Dia 8 de Maio no Coliseu de Lisboa.
:: Direito de Votos para Tod@s petição à Assembleia da República sobre o Direito de Voto para as e os Imigrante
:: Ano Internacional da Aprendizagem dos Direitos Humanos

Sociofonia Um espaço de informação alternativa que promove a iniciativa cidadã, no qual o CIDAC participa. Experimente ligar-se.

As palavras também voam. Consulte o nosso Catálogo Bibliográfico e vá com elas: conheça outros mundos e outras razões.









































































































































































































Conectando Mundos: sonhos de andorinha

finalidade

Ao educar para a cidadania global, o Conectando Mundos pretende fomentar a transformação progressiva nos valores, atitudes e comportamentos dos nossos alunos e alunas, enquanto cidadãos conscientes da complexidade do mundo e participativos na construção de uma sociedade mais justa, equitativa e solidária. (Conheça a nossa visão no artigo publicado na revista Noesis).

público-alvo

Turmas do ensino básico e secundário cujos alunos têm idades compreendidas entre os 6 e 17 anos.
Posteriormente, serão formadas equipas constituídas por aproximadamente 15 turmas, agrupando alunos da mesma idade provenientes de diferentes regiões e países (Portugal, Espanha, Itália, Malta, Brasil, Cabo Verde, Tanzânia, República Dominicana, Quénia..).

porquê trabalhar as
MIGRAÇÕES E DESENVOLVIMENTO?

Sabemos que as condições de vida das pessoas nos diferentes lugares do planeta são extremamente diferentes. Enquanto uma grande parte da população mundial luta pela sobrevivência, a outra parte luta por não perder os privilégios conseguidos à custa de outros seres humanos.

As migrações, apesar de sempre terem existido, são também uma consequência lógica deste modelo social e económico injusto que rege o mundo em que vivemos.  Enquanto abrimos cada vez mais as fronteiras à livre circulação de bens e capitais económicos, maiores entraves colocamos à livre circulação de pessoas. E não só fechamos fronteiras, fechamos também mentalidades: através de mensagens preconceituosas, através do medo face à diferença, através da concepção da identidade como algo uniforme e excludente, através da homogeneização cultural...

A partir de uma perspectiva humana e integrada na concepção de cidadania global, abordamos as causas e as consequências que o processo migratório tem na vida das pessoas e no seu meio envolvente e desafiamos atitudes e compromissos, tanto a nível pessoal como colectivo.

Queremos construir um espaço comum de respeito e enriquecimento mútuo, em que há igualdade de deveres e direitos, aproximação e acolhimento, interculturalidade, valorizando a riqueza da diferença e da diversidade.

objectivos

  • Conhecer e analisar, de forma crítica, os processos migratórios: as causas e as consequências na vida das pessoas e no seu contexto.

  • Potenciar o interesse e a curiosidade pela investigação em torno do tema das migrações de desenvolvimento no contexto próximo, partilhar as principais ideias com outros alunos/as e poder retirar conclusões à escola global.

  • Fomentar acções e atitudes individuais e colectivas transformadoras que contribuam para a construção de uma sociedade aberta, diversa e solidária, baseada no respeito recíproco entre pessoas de diferentes proveniências.

actividades

- Curso on-line para professores e professoras(de 18 de Janeiro a 4 Fevereiro de 2010, de acordo com a sua disponibilidade). Durante as 3 semanas, os professores/as  acedem à plataforma on-line de forma a familiarizar-se com o ambiente virtual, com os objectivos e conteúdos da proposta e com a actividade que vai ser desenvolvida com os alunos e alunas da faixa etária que lecciona. Nesta altura, terão acesso aos materiais de apoio (guia didáctico e documentação de referência) e poderão estabelecer contacto com os outros professores/as que realizarão a actividade.

- Actividades com os alunos e alunas (6 semanas de trabalho entre 8 de Fevereiro e 21 de Março de 2010). As turmas inscritas no Conectando Mundos vão interagir e trabalhar em conjunto através da Internet. Cada faixa etária irá dispor de uma proposta específica que suscita momentos de reflexão, debate e iniciativa, tanto com os colegas da turma como com os colegas virtuais. Estará ainda ao dispor dos participantes um conjunto de ferramentas de comunicação. Se quiser conhecer o que foi feito na edição passada visite a página www.conectandomundos.org e o blog de professores/as portugueses participantes http://conectandomundospt.blogspot.com.

- Encontro de professores e professoras (Abril). Os professores e professoras participante poderão participar no Encontro Nacional destinado à partilha de experiências.

O cronograma rigoroso está relacionado com a participação simultânea de escolas e turmas de diferentes países cujos calendários escolares são bastante diferentes.

porquê participar?

- Permite integrar a perspectiva de cidadania global nos projectos educativos das escolas/turmas e na programação das aulas de diferentes áreas curriculares e não curriculares.

- Potencia atitudes e valores que permitem conhecer e entender melhor a realidade envolvente e, desta forma, participar activamente na construção de um mundo mais sustentável.

- Permite que o conhecimento seja construído através de processos participativos e colaborativos de ensino-aprendizagem.

- Oferece novas metodologias de trabalhos às escolas relacionadas com a utilização das Tecnologias da Informação e Conhecimento.

- Permite consolidar uma educação para a cidadania global.

- Inclui a diversidade cultural, linguística e social como um recurso para a participação e aprendizagem.

- Torna o ambiente educativo um espaço dinâmico, proporcionando aos alunos e alunas uma forma diferente de conhecer.


Qualquer dúvida ou informação adicional, não hesite em contactar-nos.

Coordenadora da actividade em Portugal: Patrícia Santos
Telefone: 21 317 28 60
E-mail: ed-ps@cidac.pt

Votar à página inicial