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ATIVIDADES CIDAC

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Dia Mundial do Comércio Justo
9, 11 e 13 de maio. Desde 2004, o segundo sábado de maio é Dia Mundial do Comércio Justo, uma iniciativa da Organização Mundial do Comércio Justo (WFTO) que visa dar maior visibilidade a esta alternativa económica. Este ano, a Loja de Comércio Justo do CIDAC organizou uma prova de café da Nicarágua da Cooperativa EspaNica e de Chá Rooibos da África do Sul da Cooperativa Wupperthal Original Coop, acompanhados com pão de massa mãe do Montijo e doce de abóbora, laranja e gengibre da empresa familiar Nobre Terra de Palmela. Mais...
 
Outras Economias. Outra Educação?
6 de maio. Chegados/as ao número 9 da revista Outras Economias, pensámos que era o momento de refletir sobre o papel educativo deste projeto editorial. E nisso juntar outras vozes e visões sobre as ligações entre as outras economias, enquanto leituras de mundo e do sistema económico e enquanto práticas alternativas ao sistema capitalista, e a educação. Mais...
 
Economia(s) para transformar o mundo
29 de abril a 13 de maio. A revista Outras Economias tem sido uma plataforma de trabalho colaborativo com outros, em várias dimensões, incluindo a formativa. Já realizámos algumas ações de formação destinadas a professores/as e educadores/as do sistema formal de ensino. Desta feita, imaginámos um percurso formativo para educadores/as de ONGDs, de organizações da sociedade civil em geral e de pessoas de instituições publicas ligadas à Educação para o Desenvolvimento (ED). Mais...
 
Explorando a dimensão económica da Cidadania e do Desenvolvimento
7 de fevereiro a 11 de março. A partir da revista Outras Economias e da experiência das formações para professores/as, de curta duração, já realizadas sobre os diferentes temas da revista, organizámos um curso de formação acreditado com uma componente presencial e uma componente online. Mais...
 
Viver bem com menos
7 de março. A convite da associação Metanoia, o CIDAC participou no encontro anual de reflexão “Viver bem com menos – ousar a sobriedade e a partilha”, realizado no Seminário de Nossa Senhora de Fátima em Alfragide. Ao longo do dia, cerca de 50 pessoas juntaram-se para refletir sobre a sua relação com a economia, o consumo, a natureza, o tempo, o modelo de desenvolvimento, a contemplação. Mais...
 
Outras Economias #8: A dívida!
4 de março. "A Dívida: quem deve a quem?" dá o mote ao 8.º número da revista Outras Economias, pensado e coconstruído com a FEC, e que foi apresentado no foyer da Sala Estúdio Valentim de Barros, nos Jardins do Bombarda. Mais...
 
Lendo OE#7 - A agricultura no Alentejo
30 de janeiro. Os círculos de leitura em volta da Outras Economias já se vão tornando um (salutar) hábito para vários/as dos/as seus/as leitores/as. Escolhemos um texto de análise profunda sobre uma realidade que nos é tão próxima: "A marcha da financeirização sobre as terras agrícolas: a prova-de-conceito do agronegócio no Alentejo - Socializar o risco: investimento público ao serviço de alguns", para uma conversa animada na Casa da Achada... Mais...
 
Injustiças sociais e ambientais à nossa mesa – um olhar crítico sobre o negócio dos alimentos
23 de janeiro. Realizou-se no Terraço do Graal, uma sessão de debate integrada no ciclo Jovens no Terraço, do Graal, e no ciclo de animação do número 7 da revista Outras Economias.  A sessão começou com uma roda de partilha, em que cada participante identificou onde costuma adquirir os seus alimentos.... Mais...
 
Vozes e Lutas dos territórios - uma conversa a partir da OE7
14 de janeiro. No 7.º número da revista OE, "Agri-culturas – Os campos em disputa?", construído com Leonor Coimbra e Pedro Horta, procurámos algumas respostas para as questões: quem nos alimenta? O que nos alimenta? Quem ganha com o que nos alimenta? O que produz a agricultura? A partir destes conteúdos, organizámos um webinario com algumas das pessoas que contribuíram para esta edição, para darem uma panorâmica e um testemunho sobre as lutas que as comunidades e as organizações camponesas levam a cabo nos seus territórios, sobre o que incidem, ou seja, os problemas enfrentam, como se organizam e como se podem fortalecer elos de solidariedade entre todos e todas... Mais...

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realizadas em: 

 

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NOTÍCIAS

SAHARA LIVRE
nº 156, Maio 2026

DESCOLONIZAÇÃO DO SAHARA OCIDENTAL: ENTRE EXPECTATIVAS E SILÊNCIOS
O envolvimento da administração norte-americana no arrastado processo de descolonização do Sahara Ocidentalparecia trazer uma nova dinâmica na resolução do conflito. Mas as reuniões do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSONU) em Abril trouxeram apenas as sombras do silêncio. Mais...
MAGREBE: UM EQUILÍBRIO CADA VEZ MAIS DELICADO
A diplomacia marroquina empenha-se em transmitir uma imagem da sua ocupação do Sahara Ocidental como um diferendo com a vizinha Argélia. Assumem, assim, particular atenção as preocupações armamentistas destes dois Estados, os investimentos que fazem para assegurar a sua soberania, os seus fornecedores de equipamentos, as alianças geostratégicas que constroem na prossecução destes objectivos. Mais...
UM BURACO NA TELA PROGRESSISTA
“Um evento progressista que mostra ao mundo que a democracia não morreu”, assim disse Lula da Silva ao discursar na Global Progressive Mobilisation (GPM), reunida em Barcelona, a 17 e 18 de Abril 2026, sob a batuta de Pedro Sánchez. Mais...
nº156, Maio 2026
AAPSO: quem somos?
A questão do Sahara Ocidental:
o que é?

A Educação no centro das Independências Africanas 
CES Coimbra, 20 de maio

Este colóquio tem como objetivo apresentar e promover um debate em torno de temas e abordagens metodológicas de investigação no âmbito do projeto de investigação EDU-AM "Pedagogias Revolucionárias? História dos projetos de educação em Angola e Moçambique (1960-1980)", a decorrer no CES. Adotando uma abordagem histórica comparativa entre Angola e Moçambique, o projeto visa compreender as múltiplas inspirações políticas, significados, bem como conflitos e impactos dos projetos revolucionários na construção de novos cidadãos africanos e novas cidadãs africanas no contexto dos dois países da África Austral. Participará um conjunto de académicos africanos do continente ou da diáspora, entre os quais Teresa Cruz e Silva  (Universidade Eduardo Mondlane), Benedito Machava (Universidade de Yale) e Jean-Michel Mabeko-Tali (Universidade de Howard) para apresentarem as suas mais recentes investigações. Para mais informações ver aqui.

Histórias difíceis, legados difíceis. Como ensinar e falar sobre escravatura
Fundação Calouste Gulbenkian, 29 de junho a 10 de julho

Nesta formação de uma semana, especialistas de diferentes áreas desafiam visões tradicionais, desmontando mitos ainda presentes nas narrativas oficiais sobre o papel de Portugal no comércio de pessoas escravizadas. Serão exploradas experiências internacionais de renovação do currículo escolar bem como metodologias inovadoras, incluindo a abordagem de histórias pessoais em sala de aula. Museus e coleções coloniais serão também analisados, revelando o potencial dos espaços culturais para enriquecer práticas pedagógicas. Esta formação é apoiada pelo Museu Smithsonian de História e Cultura Afro-Americana e pelo Slave Wrecks Project, tem a colaboração do Museu de História Natural e Ciência da Universidade de Lisboa e é acreditado através do Centro de Formação Prof. João Soares. Mais informações aqui.

Olhares Críticos no Arquivo Colonial – Sombras e Memórias
Museu Nacional de História Natural e da Ciência da Universidade de Lisboa, 24 de abril a 30 de agosto

Exposição de arte contemporânea que convida a refletir criticamente sobre as coleções coloniais do Instituto de Investigação Científica Tropical, desde 2015, no Museu Nacional de História Natural e da Ciência da Universidade de Lisboa. Seis artistas foram convidados a desenvolver trabalhos inéditos, a partir de uma longa investigação nas coleções e arquivos das missões científicas coloniais realizadas na Guiné-Bissau, Angola e Moçambique nos anos 1940 e 1950. A exposição apresenta formatos artísticos diversos e parte do encontro do público com o passado para propor reflexões sobre a preservação da memória, a reparação histórica e o papel dos museus enquanto repositório de culturas africanas. Com curadoria de Márcio Carvalho, Nuno Silas e Sophie Kotanyi. Para mais informações ver aqui.

Meridianos do Futuro – A Casa dos Estudantes do Império de Coimbra (1945-1965)
Convento São Francisco (Coimbra), 28 de março a 18 de outubro

Esta exposição pretende dar a conhecer a importância da delegação de Coimbra da Casa dos Estudantes do Império, que existiu na cidade entre 1945 e 1965. Dependente financeiramente da sede lisboeta, a Casa de Coimbra acolheu um conjunto importante de estudantes oriundos das então colónias, alguns deles com um papel relevante na produção cultural e no empenho político que conduziu às independências. Reunindo documentos, fotografias e recortes de imprensa provenientes de diversos arquivos, como o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, a Associação Tchiweka de Documentação, o Centro de Documentação 25 de Abril e o Museu Académico da Universidade de Coimbra, entre outros, a mostra inclui, ainda, recursos audiovisuais - filmes, depoimentos e registos áudio - que exploram as dimensões política e cultural da atividade da CEI, com enfoque na delegação de Coimbra. Curadoria de Helena Wakim Moreno e Miguel Cardina, numa organização da Câmara Municipal de Coimbra / Convento São Francisco e do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. Mais informação aqui.

6th International Conference on Social Solidarity Economy and the Commons
ISCTE, 4 a 6 de novembro

A 6ª Conferência Internacional de Economia Social e Solidária e Bens Comuns convida investigadores/as, decisores/As políticos, artistas e ativistas a refletir sobre o poder da ação colectiva num mundo fragmentado. Sob o tema "Hackear o Nosso Futuro Comum", a conferência explora a cooperação transnacional entre iniciativas lideradas pela comunidade. Procura abordar como a resistência popular pode reaproveitar e reimaginar economias, infraestruturas digitais e instituições sociais no meio da perturbação ecológica e da incerteza global. Submissões para contributos até 31 de maio aqui. A conferência é organizada pelo CEI-Iscte e será realizada no ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, em Lisboa.

IV Encontro Internacional Sinergias
ISEG, 1 a 3 de julho 2026

Num contexto global marcado pelo agravamento das desigualdades, pela intensificação das violências sistémicas e pela redução dos espaços cívicos e democráticos, este encontro propõe-se como um tempo de resistência, reflexão e ação em convergência a partir de diferentes visões. O encontro pretende reunir pessoas que, a partir da educação, da investigação e da ação cidadã, procuram criar oportunidades de construção, aprendizagem e defesa de cidadanias críticas e comprometidas com a justiça social. Esta abordagem inclui a abertura de uma chamada de práticas que ajudará a aprofundar o tema central do encontro, que irá abrir em breve. Mais informações aqui.

Conversas sobre Futuro(s) da Cooperação

Podcasts sobre o(s) Futuro(s) da Cooperação - conversas com diversos atores da Cooperação Internacional sobre as transformações em curso no sector é uma iniciativa da Associação para a Cooperação Entre os Povos (ACEP) e o Centro de Estudos sobre África e do Desenvolvimento do ISEG e disponíveis para audição aqui.

Novo Arquivo Online para a História das Lutas de Libertação em África
 

Está disponível desde 14 de julho o portal da Associação Tchiweka de Documentação (ATD), colocando online uma grande parte do arquivo que o seu Centro de Documentação tem vindo a gerir, organizar e ampliar, desde 2006. É um trabalho em curso, que continuará a ser desenvolvido, mas estão desde já disponíveis milhares de documentos (textos diversos, imprensa, fotografias, vídeos e outros), com possibilidade de busca e com informação sobre cada documento, com o objetivo de "preservar a memória e aprofundar o conhecimento sobre a luta do povo angolano pela independência e soberania nacional".


DESTAQUES

50 anos da RASD: concretizar o direito à autodeterminação do Sahara Ocidental

Por ocasião do 50.º aniversário da proclamação da República Árabe Saharaui Democrática (RASD), a Associação de Amizade Portugal-Sahara Ocidental (AAPSO) preparou uma tomada de posição subscrita por 26 personalidades que são uma expressão da sociedade portuguesa no apoio à luta do povo saharaui pela sua autodeterminação. Ler o manifesto aqui.

Carta Aberta ao Embaixador da Guiné-Bissau em Portugal (23 janeiro 2026)

Cerca de 400 pessoas subscreveram uma carta aberta, iniciativa de, entre outras/os, Ana Gomes, Ricardo Sá Fernandes, José Ribeiro e Castro e Francisco George, dirigida ao Embaixador da Guiné-Bissau, em Portugal, com conhecimento ao ministro dos Negócios Estrangeiros português, à secretária executiva da CPLP e à representante da Comissão Europeia em Portugal. Na carta, expressam-se profundas preocupações pela deterioração da situação política e social do país, com um quadro de total desrespeito pelo Estado de direito e pelos direitos humanos, da população em geral e de alguns líderes políticos em particular. Com esta carta não se busca a ingerência política num outro Estado mas sim demonstrar forte solidariedade com o povo guineense.

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Plataforma criada por iniciativa de cidadãs/os cabo-verdianas/os ou descendentes de cabo-verdianas/os, de diversos quadrantes, idades e profissões, residentes no arquipélago, no continente europeu, africano ou americano, que se juntaram para celebrar o centenário daquele que consideram como a figura histórica mais marcante de Cabo Verde: Amílcar Cabral. Entre os seus objetivos estão a divulgação ampla e inclusiva de todas as iniciativas culturais, educativas ou sociais, promovidas por entidades da sociedade civil com o intuito de celebrar o Centenário do nascimento de Amílcar Cabral e criar uma rede de contactos global para facilitar o intercâmbio de ideias, recursos e estratégias que possam contribuir para a promoção dos ideais de Cabral no mundo contemporâneo.

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Centenário Nuno Teotónio Pereira

Vida, pensamento e obra de Nuno Teotónio Pereira reunidos num site preparado pelos seus familiares e lançado a 30 janeiro de 2022, quando se cumpriram cem anos do seu nascimento. O site irá sendo alimentado com mais conteúdos, destaques e notícias. Nuno Teotónio Pereira foi uma figura importante na história do CIDAC, como membro do Grupo do BAC (Boletim Anti-Colonial) - que esteve na génese do CIDAC - e, posteriormente, como sócio da associação, à qual doou documentos relativos à luta anti-colonial em Portugal e aos movimentos de libertação africanos. Foi também o autor do projeto arquitetónico da atual sede da associação. O espólio documental doado ao CIDAC está disponível no Centro de Documentação.

                                                                                                                                                                     

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